Hoje enquanto pintava as unhas me lembrei dela. Na época em que eu ainda morava em Goiânia, a maior barreira que existia na minha vida era pintar as unhas da mão direita. Tirar cutícula então era uma coisa inimaginável. Lembro-me dela me falando que era tudo uma questão de prática. Que quando ela se mudou pra Goiânia era leiga igual a mim ,mas que atualmente se considerava uma profissional. Pelo menos com relação às próprias unhas. Hoje eu cheguei à conclusão de que sou quase uma profissional. Nesse momento senti uma felicidade incrível, mesclada à gratidão e à uma gostosa saudade que sinto por ela.
Na verdade o episódio das unhas serviu pra ilustrar o quanto ela me ajudou a ser alguem melhor em todos os sentidos.
Sinto falta de tudo, mas principalmente das conversas em finais de tarde. Eu sempre debruçada na janela, que atrapalhava um pouco por causa das grades de ferro em formato de losango.
O simples fato de escutar Los Hermanos enquanto esperávamos o arroz de limão ficar pronto era algo divino, e que faz muita falta. Eu dava valor a esses momentos, mas hoje ,além deles, eu valorizo a voz e o sorriso dela. Estes vinham sempre acompanhados de alguma conversa interessante ou de um silêncio gostoso e cômodo.
Hoje eu simplesmente percebi que se algum dia eu fizer uma múisica, pra dizer a ela o quanto eu a amo, usando um objeto que representasse essa amizade, assim como o Nando Reis fez para a Cassia Eller usando um All Star, a música se chamaria Esmalte Malícia.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Graças a Deus, ano velho.
Postado por
Lara Falluh
às
15:25
De algum tempo pra cá já estava me acostumando a dias aeroportuários, Porém aquela segunda-feira foi diferente! Foram 14 horas entre aeroportos, pousos e decolagens. Muitos amigos descartáveis, 5 cidades, duas escalas e 210 páginas de um livro de 250. Uma segunda-feira chuvosa, de aeroportos fechados, voos perdidos, com um cristo encoberto pela neblina e muiita vontade de chegar em casa.
Porém depois de todo o pesadelo aéreo, um final de ano família, interiorano e calmo. Bem diferente do que foi o ano inteiro. O engraçado é que um dos meus pedidos de ano novo foi perder menos tempo da minha vida em aerportos.
A pior parte? Amanha mais 3 horas aéreas, isso se tudo der certo! E então voltamos novamente à nossa correria paulistana.
Por isso, um feliz ano novo a todos!
Porém depois de todo o pesadelo aéreo, um final de ano família, interiorano e calmo. Bem diferente do que foi o ano inteiro. O engraçado é que um dos meus pedidos de ano novo foi perder menos tempo da minha vida em aerportos.
A pior parte? Amanha mais 3 horas aéreas, isso se tudo der certo! E então voltamos novamente à nossa correria paulistana.
Por isso, um feliz ano novo a todos!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Conversa, quase, de botas batidas
Postado por
Lara Falluh
às
12:22
Ontem assistindo ao DVD Los Hermanos na Fundição Progresso. Adimirando a música, os cantores, os sorrisos , as inspirações, a perfeição de cada e frase e finalmente lamentando, muito, o final da banda:
Marcella Braga: - Que jeito lindo esse de apresentar né? No trombone, no sorriso, nas danças. Quem é esse amiga?
Lara Falluh: -Não sei, é o Gabriel Bubu!
Parabéns amiga. Ele realmente te ama! ( pelo menos, eu acho! )
Marcella Braga: - Que jeito lindo esse de apresentar né? No trombone, no sorriso, nas danças. Quem é esse amiga?
Lara Falluh: -Não sei, é o Gabriel Bubu!
Parabéns amiga. Ele realmente te ama! ( pelo menos, eu acho! )
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Decepção infantil
Postado por
Lara Falluh
às
09:16
A cada dia que passa crescemos, aprendemos, conquistamos e mostramos para as pessoas que somos mais capazes do que elas imaginavam. Então após dois minutos de conversa, voltamos a ser ,pelomenos internamente, crianças frágeis, emburradas, decepcionadas e chorosas.
Não consigo entender muito bem se a minha decepção após a conversa de hoje foi comigo ou com ele. Passei a minha infância e a minha adolescência inteiras me frustrando com ele, e o que mais me deixa triste é pensar que continuo deixando ele me decepcionar, mesmo durante a vida adulta.
Realmente me sinto uma criança, que criou muita expectativa e agora levou um balde de água fria. Uma expectativa não só em relação a ganhar algo, mas em ter um certo reconhecimento, uma aprovação, uma "reconstrução" de relação.
Hoje realmente sou uma grande criança triste. Segurando as lágrimas em frente ao computador, na mesa de trabalho.
Não consigo entender muito bem se a minha decepção após a conversa de hoje foi comigo ou com ele. Passei a minha infância e a minha adolescência inteiras me frustrando com ele, e o que mais me deixa triste é pensar que continuo deixando ele me decepcionar, mesmo durante a vida adulta.
Realmente me sinto uma criança, que criou muita expectativa e agora levou um balde de água fria. Uma expectativa não só em relação a ganhar algo, mas em ter um certo reconhecimento, uma aprovação, uma "reconstrução" de relação.
Hoje realmente sou uma grande criança triste. Segurando as lágrimas em frente ao computador, na mesa de trabalho.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Vegetando
Postado por
Lara Falluh
às
04:30
Uma situação inusitada está acontecendo. Os meus olhos não respondem ao comando do meu cerebro, que manda-0s continuarem abertos.Isso deve acontecer todos os dias com muitas pessoas e em varios lugares do mundo , mas comigo, com excessão de alguns domingos virados em trances, isso nunca havia acontecido. A partir dai inicia-se um a confusão mental , pois além de eu não entender porque os meus olhos estão se fechando, eu entro em um dilema fantástico, onde a questão é : Assistir à aula de planejamento (uma das que mais me interessam) ou tomar um café?
Com os meu olhos semi-fechados eu não consigo tomar uma decisão, porque eu simplismente não consigo raciocinar sobre esta questão ou sobre qualquer outra. Pareço um vegetal. A situação começa a se esclarecer, a aula começa a acabar e eu finalmente poderei ir, sem peso na conciência. O problema agora é criar coragem para guardar o computador. Vamos tomar um café?
Com os meu olhos semi-fechados eu não consigo tomar uma decisão, porque eu simplismente não consigo raciocinar sobre esta questão ou sobre qualquer outra. Pareço um vegetal. A situação começa a se esclarecer, a aula começa a acabar e eu finalmente poderei ir, sem peso na conciência. O problema agora é criar coragem para guardar o computador. Vamos tomar um café?
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